terça-feira, 15 de maio de 2012

SÍNTESE DA AULA DE ECI DO DIA 27-04-2012


                                               SÍNTESE DE UMA AULA DE ECI-209
          
         A aula do dia 27/04/12 da disciplina ECI-209 – Tendências Contemporâneas de Currículo foi muito proveitosa. A referida aula foi ministrada pela professora Rita T. Stano, sendo que a disciplina faz parte da grade curricular do curso de Mestrado Profissional em Ensino de Ciências, da UNIFEI.   
        A aula teve início, quando a professora fez uma abordagem inicial, sendo que depois, as colegas Cristina e Giselle falaram sobre o tema “Cooperação Escola- Universidade e a  construção de Currículo”. Cristina iniciou a explanação e durante a sua fala, ela enfatizou dentre outros itens, a abordagem CTS- Ciência Tecnologia e Sociedade, que é uma proposta de Ensino-Aprendizagem, que procura valorizar e trabalhar as experiências e os conhecimentos prévios dos alunos. Depois, a colega Giselle falou sobre a importância de se ter o conhecimento, citando o fato de que em determinado bairro de certa cidade, os moradores apresentavam sérios problemas gastrointestinais e, verificaram que a água utilizada era contaminada. De posse desse conhecimento, os alunos da escola, que também eram moradores daquele bairro, atuaram como disseminadores das informações e o problema foi combatido. Na sequencia, os alunos Átila Bruno e Jacy, começaram a falar sobre “As Diferenças nos PCN do Ensino Fundamental”. Átila iniciou a preleção, dizendo que os PCN foram implantados em 1988, que foram muito criticados e que mesmo assim, foram implantados. Citou Ball & Bowe, que defendem que as políticas curriculares sejam examinadas sobre 3 contextos:  a) Público e privado ;  b) Operado por partidos, governos , agentes internacionais e comunidades acadêmicas(um ciclo contínuo); c)  Prática, resultante do cotidiano. Minha contribuição foi complementar e comentar sobre a fala do colega Átila. Depois, foi abordada a “Pluralidade Cultural e os PCN”. Foi citado que perceber a pluralidade cultural e denunciar o preconceito, são insuficientes para a construção de uma política da diferença. A diversidade é tratada de forma marginal nos PCN. Outra questão abordada foi referente aos saberes que os currículos privilegiam, os saberes acumulados pela sociedade ocidental e, que Libânio (1991), defende que haja uma articulação entre os conteúdos de ensino e as experiências concretas dos alunos.                                    
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segunda-feira, 7 de maio de 2012

COMENTÁRIOS SOBRE OS PCNs


                                  MPEC- UNIFEI                                                                                  TENDÊNCIAS CONTEMPORÂNEAS DE CURRÍCULO-ECI 209 COMENTÁRIOS A RESPEITO DE UMA AULA SOBRE PCN                 Profª: Rita T. stano                                                                           Aluno: Jacy Carvalho do Nascimento
 A aula do dia 19/04/12, abordou o tema PCN (Parâmetros Curriculares Nacionais). A referida aula teve início, enfocando o texto da autoria de Alice Casimiro Lopes, o qual, foi apresentado Pelo grupo de alunos composto por Paulo, Tadeu e Waldemir.   Houve uma abordagem inicial feita pelo colega Paulo, falando sobre “O Panorama das Políticas de Currículo Nacional”.
Foi enfatizado o fato de que as reformas educacionais tiveram início nas décadas de 80 e 90 e, que eram reformas centralizadoras, que impuseram a seleção de disciplinas e um conjunto de ações vinculadas ás  necessidades do mercado produtivo. As escolas foram classificadas por um ranking, segundo o qual se liberava mais ou ás vezes menos verbas. Isso gerou a busca de talentos, o que ocasionou a exclusão dos negros e de portadores de necessidades especiais, o que nos leva a deduzir, que as autoridades daquela época imaginavam que tais pessoas não possuíam cérebro.
A educação virou mercadoria e isso gerou uma diminuição na autonomia das instituições escolares. Em seguida, no Brasil, houve uma nacionalização dos currículos, sendo que 10 anos depois, verificou-se que essa nacionalização foi feita em articulação com entidades locais de várias nações. Sendo assim, fico na dúvida se o currículo nacional é híbrido ou transgênico.                                                                                                                     Concluiu-se, que é difícil concretizar as políticas públicas para a educação. Segundo Lopes, não houve associações entre o currículo e as demandas do mercado produtivo. Waldemir e Tadeu abordaram o contexto “Por Que o Currículo Continua”?
 Após a explanação e a participação coletiva no debate, sabe-se que continua porque além de estar associado a uma política neoliberal, traz em seu bojo, a defesa de uma cultura comum, influenciada por políticas de mercados globais. Acho que cabe aqui uma conhecida frase que diz, “Ruim com ele, Pior sem ele”. A participação da professora e dos colegas foi muito interessante, tornou o debate mais acalorado e a aula muito proveitosa.
Em seguida, Cristina falou sobre “Cooperação escola-Universidade e Construção de Currículo “. O texto de José Gregório Rodrigues e Juan Carlos  Garzon  foi abordado pela colega, que citou projetos interdisciplinares, que aconteceram em 14 escolas da Colômbia. O que achei surpresa foi saber que concluíram que “não é possível estabelecer definitivamente uma  relação escola-universidade. Na verdade, no Brasil a Universidade se manteve distante da sociedade, como se fosse uma ilha da fantasia. Atualmente, por imposição do MEC, está  havendo uma certa interação, pela existência de alguns programas de inclusão de alunos de escola pública,nas universidades do País.  Apesar de tímidas e tardias, essas interações são muito bem vindas, “antes tarde do que nunca”.

                                    




AS CONDIÇÕES INSTITUCIONAIS DE APRENDIZAGEM MOTIVADAS PELO CURRÍCULO


6° aula
N°5     MPEC-UNIFEI
Disciplina: TENDÊNCIAS CONTEMPORÂNEAS DE CURRICULO
Alunos:  Jacy Carvalho do Nascimento
&
Átila Bruno

As Condições Institucionais Da Aprendizagem, Motivadas Pelo Currículo
_ O ensino na escola não acontece no vazio, a qualidade da educação fica definida pelas características da aprendizagem pedagogia, balizadas pelo currículo e pelas características da escola.
_ “O currículo é o projeto cultural, que a escola torna possível”
_ Skibeck (1984) afirma que são dimensões do currículo básico (bases de formação)
a) As áreas de conhecimento e experiência
b) Os ambientes de aprendizagem.
A complexidade da aprendizagem escolar: Expressão da complexidade da escola:
As práticas políticas, administrativas institucionais e a genuína prática pedagógica se entrecruzam. Segundo Lundgren, são forças que dirigem e controlam o processo de ensino.
- O currículo é determinado para o que ocorre nas aulas.
- Tudo o que envolve a escola,envolve o currículo.
- Os processos de aprendizagem dependem de fatores externos e internos, anteriores e simultâneos ao processo.
- Lundgren destaca 3 sistemas,que condicionam o processo educativo:
a) O currículo.
b) O sistema administrativo.
c) Todas as regulações legais que afetam a escola.
-  A prática de ensino não é o produto das decisões dos professores, mas as atuações no campo político, jurídico e administrativo sim.
-  A escola e o ambiente escolar, são um currículo oculto.
- “O projeto cultural” se dá num ambiente que por si só, é elemento modelador e mediatizador da aprendizagem.
-  A pesquisa sobre ambiente escolar tem uma longa tradição, vários trabalhos de pesquisa abordaram o ambiente escolar.
- Lewin afirma que a conduta humana é resultado da interação entre a personalidade e o meio ambiente.
2°
Segundo Aplle (1973),podemos distinguir 6 aspectos básicos do ambiente escolar:
1) O conjunto arquitetônico das escolas.
2) Aspectos materiais e tecnológicos.
3) Os sistemas simbólicos e de informação- currículo explícito.
4) As habilidades do professor.
5) Os estudantes e outro tipo de pessoal.
6) Componentes organizativos e de poder.
- De acordo com Schubert (1986). As dimensões do ambiente escolar são as seguintes:
* Física
* Materiais
* Interpessoal
* Institucional
* Psíco-social
  Essas pautas permitem o planejamento e a avaliação.
“ Na escola,normalmente não se pode aprender qualquer coisa a qualquer momento”
Em todo o sistema escolar se instala uma espécie de mentalidade de controle.
- A interação de todas as dimensões do ambiente escolar; Preenchem o currículo oculto e filtram os efeitos logrados do currículo explícito.


Algumas Consequências
- As competências do professor atual são resultado da peculiar ponderação dos currículos em diferentes situações históricas.
- As mudanças no currículo, exigem um novo professor.
- No sistema de produção- Reprodução do saber, existem poucas instâncias intermediárias, pessoas e instituições.
- Na maioria dos casos, o professor não costuma dominar a nível de 1° grau, as chaves que explicam a evolução do saber. Isso acontece também, a nível de 2° grau.
- O professor fica inerte, não participa da elaboração pedagógica.
- A participação ativa, profissionalmente falando, requer formação cultural científica.
- A qualidade do ensino deve considerar a chave epistemológica, assim como a formação do professor.
- Essas competências, numa perspectiva técnico-profissional não são fáceis de propiciar.
- Um novo currículo exige metodologias, saberes e habilidades profissionais diferentes.
 O que leva a uma alteração na própria forma de relacionar-se com os alunos.
- O professor se vê submetido a contradições diversas, porque as demandas que recaem sobre ele, não são unívocas.
- É preciso que haja uma transformação pedagógica, não apenas nos conteúdos, mas também nos métodos e nas condições escolares- INOVAR.
_” Quanto mais amplas são as facetas consideradas objeto do currículo obrigatório, mais ampla, é a intervenção dos processos educativos conscientes mais amplos são os aspectos nos quais se exerce o controle através das relações pedagógicas”.


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COMPARAÇÕES ENTRE A POESIA E O TEXTO


UNIFEI
MESTRADO PROFISSIONAL EM ENSINO DE CIÊNCIAS
ECI 209-TENDÊNCIAS CONTEMPORÃNEAS DE CURRÍCULO
PROFª  Drª Rita T. Stano
Aluno: Jacy Carvalho do Nascimento.
     COMPARAÇÕES ENTRE UMA POESIA E UM TEXTO
    Após ler a poesia intitulada “Não entendo o espanto”,podemos relacioná-la ao texto “Nascem os estudos sobre currículo, as teorias tradicionais”.
Numa abordagem sobre currículo, sabendo que o mesmo é forma, conteúdo e organização, vejo que a poesia e o texto podem ser retratados sob a ótica do conteúdo.
O poema começa dizendo, Adivinhe onde ando ?, enquanto que o texto relata que os “professores e professoras em todas as épocas e lugares, sempre estiveram envolvidos de uma forma ou de outra, com o currículo, mesmo antes que houvesse a palavra currículo de forma especializada”. Sendo assim, já trabalhavam os conteúdos em diversos lugares.
Do poema, Não entendo o teu espanto, é como se alguém perguntasse currículo,? O que tem nisso?. Adivinha o que escondo? É o que será que há por trás disso? Já é tempo de tudo dizer, significa está na hora de apresentar os conteúdos curriculares, se eu caio ou levanto, quer dizer, se o conteúdo é edificante ou não.
Eu tolo assim como tudo que escapou de mim, ao passar dos meus anos, é como se se perguntasse, para que serve o currículo? , qual a sua utilidade com o passar dos anos?
Como tudo o que estranho em ti, tua força e o teu pranto, é como Robbit aborda em seu livro  “o currículo”, suas diferentes e particulares visões.
Adivinhe o que planto?, Robbit queria que a escola funcionasse da mesma forma que qualquer outra empresa comercial ou industrial, o que de certa forma implica em semear o conservadorismo
Ao pesar meus enganos eu mudei os planos; John Dewey propõe uma vertente mais progressista mais preocupada com a construção da democracia que com o funcionamento da economia
Como se dói um tombo, a influência de Dewey não teve a mesma aceitação que a de Robbitt , que propunha uma Educação Cientifica.
Eu ainda te estranho e ainda me engano porque o caminho é longo, tudo o que era preciso fazer era pesquisar e mapear quais eram as habilidades necessárias para as diversas ocupações.
E eu não me importo onde ando; o modelo de Robbitt encontra consolidação nos conteúdos de um livro de Ralph Tyler que iria dominar o campo do currículo nos Estados Unidos, com influência em diversos países, incluindo o Brasil.
Trago aqui pedaços de tudo que vi; os conteúdos dos estudos sobre currículo, tornam-se  estabelecidos.
Se eu ainda te espanto, Tyler sugere que o currículo contenha filosofia social e educacional comprometida com a psicologia da aprendizagem.
Vou seguir a estrada que há muito parti e levar-te em meus sonhos; a orientação comportamentalista teve nos anos 60 um revigoramento, uma tendenciaa um conteúdo tecnisista na educação.
Adivinhe onde ando?; o currículo atual tem visão dd mundo?
Adivinhe o que escondo?; quais os conteúdos curriculares atuais?
Adivinhe o que planto ?; os conteúdos curriculares atuais são diversificados?
Bem eu... mudei os planos- os componentes curriculares precisam acompanhar as mudanças da sociedade
Sou louco assim; os conteúdos curriculares oferecidos a todas as classes populares?
Sementes de tudo que sei; as informações são democratizadas.
Já é tempo de tudo saber; os conteúdos curriculares devem estar disponibilizados para todos.
A poesia e o texto podem ser analisados sobre outra ótica, mas isso é assunto para outra ocasião.

CONSIDERAÇÕES ACERCA DA 1ª AULA DE TENDÊNCIAS CONTEMPORÂNEAS DE CURRÍCULO


1ª aula:
MPEC-UNIFEI
Disciplina: TENDÊNCIAS CONTEMPORÂNEAS DE CURRICULO
                        Professora: Rita T. Stano
                            Aluno: Jacy Carvalho do Nascimento


      A primeira aula de ECI 209-Tendências Contemporâneas de currículo, direcionada a 2° turma de mestrado profissional em ensino de ciências da UNIFEI, aconteceu no dia 02/03/2012. Nessa ocasião, os alunos e alunas tiveram a oportunidade de se apresentarem e também, de fazerem uma pequena resenha sobre a sua trajetória de vida.
 O que se observou, foi que cada um está querendo se aprimorar em busca de uma reforma , que incluiu tanto a forma de fazer, quanto a forma de pensar.  Por ser uma disciplina optativa, cursá-la foi resultado da escolha de cada um, não apenas pelo fato de que currículo tem a ver com ensino, mas também, porque ensinar é um ato de amor, que pode se transformar em paixão, porque existem professores que são apaixonados pela sua profissão. Quando isso acontece, o trabalho passa a ser visto como uma missão, o que vai muito além do mero cumprimento de papéis, entre quem se propõe a ensinar e quem se dispõe a aprender.
Percebemos pelas narrativas, que a vida pode ser comparada a uma escada, na qual, cada experiência vivida representa um degrau alcançado.                                                    Nessa  escalada , a grande descoberta é encontrar a fórmula da felicidade, a qual, está dentro de cada pessoa, que aprende a ser feliz quando se aceita do jeito que ela é, sentindo-se plenamente realizada. Podemos gostar de aventuras, de viajar, de pescar, de política e de tantas outras coisas. No entanto, antes de tudo, precisamos de gostar de viver.

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O PENSAMENTO CURRICULAR NO BRASIL


O Pensamento Curricular no Brasil

ECI 209 Tendências contemporâneas de Currículo
  
Alice Casimiro Lopes & Elizabeth Macedo
Profª Rita Stano
Aluno: Jacy Carvalho do Nascimento

Mestrado Profissional em Ensino e Ciências

RESUMO
As preocupações com currículo no Brasil datam dos anos 20. Depois de 1980 com a redemocratização vertentes Marxistas ganharam força e dois grupos nacionais, a pedagogia histórico – critica e a pedagogia do oprimido disputavam a hegemonia.
Surgiram influencias da literatura francesa e Marxista européia. Nos anos 90 os trabalhos buscavam a compreensão do currículo como espaço de relações e poder. As literaturas tendiam para um cunho eminentemente político, como define Pinar (1995).
Foram aprofundadas questões quanto as relações entre conhecimento cientifico e conhecimento escolar, saber popular e senso comum, na seleção dos conteúdos curriculares. O currículo como construção social do conhecimento.
No fim da primeira metade da década de 90 o currículo passa incorporar enfoques pós modernos e pós estruturais, convivendo com as discussões modernas.
Sob a influencia de Foucault, dentre outros as orientações produzem híbridos culturais.há uma dificuldade de se definir o que vem a ser currículo. Discussões teórico – praticas levam à teorias construtivistas. A definição do campo de currículo sugere uma natureza epistemológica.
Sob a influencia de Bourdeaux (1983 – 1992), currículo se constitui como um campo intelectual. A análise curricular é objeto do conhecimento produzido por sujeitos, com legitimidade de falar sobre o assunto, professores, pesquisadores e orientadores de instituições de ensino e pesquisa, surgem textos, livros e revistas especializadas.

Hibridismo a marca do campo do currículo

Currículo  e tomado por três grupos principais: a perspectiva pós-estruturalista, o currículo em rede e a historia do currículo e a constituição do conhecimento escolar. Na perspectiva pós estruturalista surge o grupo de currículo da UFRS ( Universidade Federal do Rio Grande do Sul), liderado por Tomaz Tadeu da Silva e colaboradores, tendo Bourdeaux como referencia com base e Michel Foucault e os estudos culturais. Há um repúdio ao pós modernismo. Posteriormente o debate se amplia para questões de etnia e sexualidade, e crítica às idéias de razão, progresso e ciência.
Depois numa construção social o autor incorpora o conceito da diferença, influenciado por Michael Young. Para ele, o verdadeiro critério, da validação do saber é a sua capacidade de contribuir para a libertação humana. Silva entende que a teoria do currículo constitui um dos nexos entre saber e poder.

Currículo e conhecimento em rede

O lançamento de um coleção de livros denominada” O sentido da escola” trata da circulação do conhecimento em rede e cotidiano escolar. O currículo aborda formação de professores, a LDB passa a discutir a formação de professores, e abrange a pratica social e a existência de vários espaços de formação articulado. Durante os anos 80 a experiência curricular se desenvolveu em espiral.
Nos anos 90 as discussões sobre currículo passam a abordar crises em três esferas: no mundo do trabalho, n produção cientifica e no questionamento da razão como forma privilegiada de entendimento do mundo. Depois a noção de conhecimento em rede, introduz a noção de prática social. Oliveira (1999) aborda a construção de conhecimentos sobre currículo, por equipes pedagógicas das secretarias de educação

Historia do currículo e constituição do conhecimento escolar


      No final da década de 1980, surge no NEC- da UFRJ, duas linhas principais de pensamento sobre currículo: “ o Estudo do pensamento curricular brasileiro” e o “ Estudo das disciplinas escolares.
Entre 1994 e 1996 um grupo incluiu no currículo a globalização, hibridização cultural e cosmopolitismo ( Moreira e Macedo 1999) . Em 1999 HAMERTZ e GARCIA  analisaram a temática do multiculturalismo referenciados por Franklim e Goodson. Moreira segue os estudos sobre currículo abordando a tensão entre flexibilidade e controle. Há ênfase entre o campo do currículo e da formação de professores, valorizando a teoria e a prática. No contesto escolar (Moreira Lopes e Macedo 1999) constatam interesse nas relações entre as disciplinas e as vivências dos alunos. Nos anos de 1990, a marca do campo do currículo é o Hibridismo, adversidade.
Uma das principais marcas do pensamento curricular atual é a mescla entre o discurso Pós - Moderno e o foco político na teorização crítica. O saber e o poder.
Entendemos que estamos frente a uma redefinição no campo do currículo que envolve reterritorialização das referencias e a construção de novas preocupações. A relação com os demais campos deve ser feito na interação entre domínio e subordinação, na qual o pesquisador em currículo se vale do que útil nos outros campos, numa revalorização das discussões sobre currículo.